quinta-feira, 24 de junho de 2010

O centro por, Letícia Bender




Gárgula - detalhe da arquitetura do Casarão 6.


Casarão 6: É a casa central do maior conjunto arquitetônico Neo-Renascentista preservado na América Latina (juntamente com os casarões 2 e 8).Construída em 1879 no limite do terreno, situada no centro do quarteirão. Simétrica tanto na planta quanto em fachada, possui recuo ajardinado, que aliado a um pátio interno proporciona uma planta em forma de "H". Sua fachada de porão alto possui sacadas e uma varanda formada por um jogo de arcos e colunas, cujo acesso é feito por escadaria dupla. O coroamento da edificação, em platibanda mista, torna-se diferenciado no torreão central, onde este é feito com um frontão triangular, sendo que ambos sustentam belas estátuas.

Letícia Bender


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O centro de Pelotas, por Andressa Cezimbra Reichow




Todo sujeito é livre para conjugar o verbo que quiser

Todo verbo é livre para ser direto ou indireto

Nenhum predicado será prejudicado

Nem tampouco a frase, nem a crase

Nem a vírgula e ponto finalAfinal, a má gramática da vida

Nos põe entre pausasEntre vírgulasE estar entre vírgulas

Pode ser aposto

E eu aposto o oposto

Que vou cativar a todosSendo apenas um sujeito simples

Um sujeito e sua visão

Sua pressa e sua prece

Que enxerguemos o fato

De termos acessórios para a nossa oração

Adjuntos ou separados

Nominais ou não

Façamos parte do contexto

Sejamos todas as capas de edição especial

Mas, porém, contudo, todavia

Sejamos também a contracapa

Porque ser a capa e ser contracapa

É a beleza da contradição

É negar a si mesmo

E negar-se a si mesmo

É muitas vezes encontrar-se com Deus

Com o teu DeusSenhoras e Senhores

Que nesse momento em que cada um se encontra agora

Um possa se encontrar ao outro

E o outro no um

Até por que

Tem horas que a gente se pergunta...

Porque é que não se junta tudo numa coisa só?


Mágramática - O Teatro Mágico


Lendo a letra dessa música, rapidamente associei com o compromisso que nós, futuros arquitetos, temos com a sociedade. As contribuições positivas podem e devem existir das mais diversas formas, e nunca devemos esquecer de todas as ferramentas que teremos em nossas mãos, para fazer acontecer. As oportunidades serão sempre dadas a nós, por isso pessoal, use-as da maneira correta. Não fiquem presos a ilusão da realização pessoal, apenas. Nós temos a obrigação de fazer pelos outros também. Um beeijo, Andressa
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terça-feira, 8 de junho de 2010

Pelotas por, Aline Tessmer


"Teus ombros suportam o mundoe ele não pesa mais que a mão de uma criança. As guerras, as fomes, as discussões dentro dos edifíciosprovam apenas que a vida prosseguee nem todos se libertaram ainda.Chegou um tempo em que a vida é uma ordem.A vida apenas, sem mistificação."

(Carlos Drummond de Andrade)


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O Centro de Pelotas por, Ana Paula Marroni Marques


“Humildade
Senhor, fazei com que eu aceite minha pobreza tal como sempre foi.
Que não sinta o que não tenho. Não lamente o que podia ter e se perdeu por caminhos errados e nunca mais voltou.
Dai, Senhor, que minha humildade seja como a chuva desejada caindo mansa, longa noite escura numa terra sedenta e num telhado velho.
Que eu possa agradecer a Vós, minha cama estreita, minhas coisinhas pobres, minha casa de chão, pedras e tábuas remontadas. E ter sempre um feixe de lenha debaixo do meu fogão de taipa, e acender, eu mesma, o fogo alegre da minha casa na manhã de um novo dia que começa.”
Cora Coralina
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O Centro de Pelotas por, Paulo Renato Barbosa


Praça Coronel Pedro Osório "Caminhando por Pelotas, lembrei de quando eu nasci. Um quarto da Santa Casa, o palco do Guarany. Contei paralelepípedos, a caminho da escola. Sonhei ladrilhos hidráulicos, paredes de escaiola. Peão, bolinha de gude, pandorga, iô-iô, gibi, bici, carrinho de lomba, eu sou o mesmo guri. Comi tanta pessegada, fios de ovos, bem-casados e pastéis de Santa Clara, que fiquei cristalizado. E voei até a Praça, passei no Sete de Abril, os pardais faziam festa naquela tarde de frio. Tomei um café no Aquario, bem quente pra ver se aquece. Agradeci 'obrigado', e a moça disse 'merece'. Andei a pé na Avenida, passei na Boca do Lobo, e fui até a Baixada, pois era dia de jogo. E naveguei pelo Porto, Fragata e Areal, Três Vendas e São Gonçalo, e praias do Laranjal. É tanta guria linda, eu fico até espantado. Nunca vi tanta beleza, por cada metro quadrado. O vento nos teus cabelos, desenha outra escultura junto à Fonte das Nereidas, e aos traços da arquitetura. Terra de todos os meus sonhos, Princesa do Sul bonita. O meu amor não tem fim, é como uma rua infinita. Pelotas, minha cidade, lugar onde eu nasci. Ando nos braços do mundo, mas sempre volto pra ti." (Kleiton e Kledir - Pelotas)
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"O Templo das Águas" por, Paulo Renato Barbosa




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BLOG DE CARA NOVA!


NOVA TURMA DE TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMOS II (TURMA 2010/01)



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